Alimentação no inverno: controle e bom senso são fundamentais

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O inverno chegou e com ele seus atrativos gastronômicos. Chocolates, massas, fondues, caldos, vinho, bebidas quentes e outras guloseimas permeiam o cardápio da estação. É quase impossível encontrar alguém que não se delicie com uma mesa farta.

Embora a ingestão de tais alimentos não seja errada, propiciando saciedade e bem-estar, a nutricionista e professora do curso de Nutrição da Faculdade Santa Marcelina (FASM), Paula Macedo, salienta que o consumo inadequado, com exageros e descompensação de calorias e falta de atividades físicas, além de proporcionar ganho de peso, pode provocar malefícios à saúde física e mental.

“O ideal é que se tenha equilíbrio. Não há necessidade de abdicar de tudo, assumindo uma postura radical, limitando-se e passando vontade. No entanto, a ingestão de tais itens têm de ser realizada em pequenas quantidades, em dias e horários definidos, associada à prática de atividades físicas e ao consumo de alimentos saudáveis, seguidos pela compensação de calorias”.

A nutricionista ressalta que, nos períodos mais frios, é normal sentirmos um pouco mais de fome, visto que o corpo gasta mais energia do que habitualmente. Para manter a temperatura estável e compensar a perda energética, é necessário consumir mais calorias. Mesmo com o aumento do apetite, ela afirma ser possível consumir alimentos saudáveis e com baixas calorias, que podem contribuir para a saúde e ‘alimentar’ o paladar.