Após quase 50 anos do dia mundial da alfabetização, taxas seguem altas

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Com o objetivo de fomentar o debate e a defesa da alfabetização em todo o mundo, o 8 de setembro comemora o Dia Mundial da Alfabetização. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 1967.

Apesar de quase meio século de celebração demarcada, as taxas de analfabetismo ainda são altas, especialmente em países com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) bem abaixo do tolerável. Assim, a data torna-se relevante, já que propõe a discussão sobre esse problema e as possíveis alternativas para solucioná-lo. O IDH é utilizado como um dos parâmetros por estar relacionado à alfabetização e ao letramento: quanto maior o acesso ao conhecimento e à cultura letrada, maiores as chances de bom emprego e, por consequência, de melhor salário e desenvolvimento do país. De acordo com recente relatório da ONU, aproximadamente 85% da população mundial já pode ser considerada alfabetizada.

Estudos atuais da ONU também mostram que cerca de 800 milhões de adultos no mundo não sabem ler, escrever ou contar; e cerca de 250 milhões de crianças são consideradas analfabetas funcionais, isto é, decodificam a palavra escrita, mas não conseguem compreender aquilo que leem.