sexta-feira, 21 julho, 2017
Agricultura

A Prefeitura de Aratiba, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, realizou, na manhã desta segunda–feira (17), nova reunião para dar prosseguimento ao Programa de Incentivo à Produção e Consumo de Alimentos Agroecológicos. O encontro aconteceu no Centro de Convivência do Idoso do Município.

A reunião teve por finalidade a apresentação do Projeto que incentiva e estrutura a produção e o consumo de alimentos agroecológicos, conservando recursos naturais, gerando renda, desenvolvimento e melhorias de vida aos agricultores, bem como, contribuir numa alimentação saudável para a população.

Estiveram presentes na reunião o prefeito de Aratiba, Guilherme Eugênio Granzotto, vice-prefeito, Izelso Zin, secretários, vereadores e demais entidades envolvidas no Projeto.

O prefeito Granzotto disse acreditar que o Programa venha a ser uma nova alternativa de geração de renda para o produtor rural. “Precisamos incentivar cada vez mais a produção de alimentos orgânicos pois, além de garantir uma alimentação saudável à nossa população, também garante que o produtor rural tenha uma nova fonte de renda em sua propriedade sem precisar ficar a mercê das empresas integradoras”, destacou o chefe do Executivo.

Ao findar a reunião, houve degustação de alguns produtos oriundos de agroindústrias que aderiram à produção agroecológica, antes dela estar sendo debatida pela Administração.

A Emater/RS/Ascar e a prefeitura de Erechim, através da Secretaria Municipal da Agricultura, Abastecimento e Segurança Alimentar, realizam, nesta quarta-feira (19), o Fórum Microrregional de Fruticultura. Na parte da manhã, serão realizadas as palestras sobre os temas incentivo à fruticultura e mercado regional e agregação de valor às frutas e legalização de agroindústrias. A programação acontece no salão comunitário da linha Monte Alegre.

As práticas, com estações didáticas, serão efetuadas à tarde, na propriedade da família de Irany Rech. Além de Erechim, participam técnicos da Emater e produtores dos municípios de Áurea, Carlos Gomes, Centenário, Gaurama, Mariano Moro, Severiano de Almeida, Três Arroios e Viadutos.

Barra do Rio Azul
Na quinta-feira (20), o Fórum microrregional de Fruticultura será no município de Barra do Rio Azul. As palestras acontecem no salão comunitário da comunidade São Carlos do Rio Brasil. E as orientações práticas na propriedade da família Bortolanza. Em Barra do Rio Azul, o evento envolve ainda produtores e técnicos dos municípios de Aratiba, Barão de Cotegipe, Benjamin Constant do Sul, Erval Grande, Itatiba do Sul, Paulo Bento, Ponte Preta e São Valentim.

Nos dois eventos, serão tratados temas como manejo adequado de videira, controle de doenças de videira, manejo do solo, mercado, agregação de valor às frutas, legalização das agroindústrias.

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A prefeitura de Aratiba, por meio da Secretaria Municipal da Agricultura e com participação do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar, realizou o 1º Encontro Técnico de Agroindústrias Familiar, nesta terça-feira (11), com o objetivo de levar aos agricultores e agricultoras as informações de apoio na implantação da agroindústria familiar no sentido de qualificar e fortalecer a produção e comercialização dos produtos da agricultura familiar.

O agrônomo e assistente técnico regional em Organização Econômica da Emater/RS-Ascar, Carlos Angonese, falou sobre os aspectos legais de implantação de empreendimentos rurais e comercialização da produção, destacando a legislação nos aspectos fiscal, ambiental e sanitário, mercados institucionais Programa Nacional Alimentação Escolar (PNAE) e Programa Aquisição de Alimentos (PAA), além do Programa Estadual de Agroindústria Familiar.

Angonese destaca a importância de consumir produtos provenientes da agroindústria familiar, pois fortalece e contribui para o desenvolvimento local, além do resgate da identidade cultural, através de receitas que vão passando de geração em geração em decorrência da sucessão familiar. Para iniciar o processo de legalização da agroindústria familiar é necessário primeiro escolher o local onde será construída a agroindústria, solicitar o licenciamento ambiental e encaminhar a legalização fiscal, sanitária e ambiental. “A Emater assessora as famílias que pretendem empreender”, orientou Angonese.

O secretario municipal da Agricultura, Elói Schnneider, e a Extencionista Social do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Aratiba, Angelisa Silveira, na abertura do encontro, expuseram a importância da realização do evento no sentido de esclarecer dúvidas na implantação, legalização e gestão das agroindústrias familiares. Em seguida, o prefeito Guilherme Eugênio Granzotto colocou a administração municipal à disposição dos agricultores para apoiar e incentivar as agroindústrias familiares que vem se constituindo uma importante alternativa de geração de renda familiar no meio rural e, consequentemente, contribui para o desenvolvimento socioeconômico do município, que atualmente conta com cerca dez agroindústrias.

Participaram também do evento representante da cooperativa Cresol, Célio Lise, presidente do Sutraf, Darlei Libero, representante do Centro de Tecnologias alternativas Populares (Cetap) Edson Klein, presidente da Cooperativa de Produção Agropecuária Aratiba Ltda (Copaal), Clamir Balen, vereadores e demais entidades e autoridades municipais.

As agricultoras Sodila Dallazen e Noemi Ongaratto, empreendedoras da Agroindústria Aroma de Mulher, localizada na comunidade do Pio X, parabenizaram os organizadores do evento e consideraram o encontro uma possibilidade de se atualizar e também proporcionar a troca de experiência entre as agroindústrias presentes.

Ao final do evento, houve uma confraternização com os alimentos produzidos nas próprias agroindústrias dos participantes.

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De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, com a melhora nas condições do solo, pela diminuição da umidade excessiva em todas as regiões, os produtores seguem com o plantio das espécies de inverno, em especial o trigo, sendo que a canola, a cevada e a aveia se encontram com a semeadura praticamente encerrada, com poucas áreas para serem concluídas.

De maneira geral, as lavouras de canola, cevada e aveia estão em situação regulares (85%) e ruins (15%), com desenvolvimento prejudicado pelo excesso de chuvas e falta de luz no período pós-germinação. Algumas áreas foram destruídas pelo excesso de chuva de períodos anteriores, levando os agricultores a acionar o seguro agrícola, sendo que há casos de desistência do plantio e de renegociação junto ao mercado de insumos para devolução de produtos, ou mesmo troca para outra oportunidade, no caso, a próxima safra de verão.

No trigo, o ritmo do plantio foi mais lento, chegando a 71%, contra uma média para a época de 74%, podendo, os produtores, implantar a cultura dentro do período recomendado. As lavouras implantadas antes do longo período com chuvas ainda apresentam desenvolvimento com baixo perfilhamento e plantas amareladas, porém, com visível melhora. A germinação e o desenvolvimento inicial das áreas implantadas após as chuvas são consideradas muito boas.

Olerícolas e Frutas
Na cultura da cebola, embora as altas temperaturas que vêm sendo registradas acima da média para o período do ano, e não propícias para o bom desenvolvimento das mudas, os diversos dias de plena insolação estão contribuindo na recuperação das sementeiras.

A mandioca nova, colhida este ano, tem apresentado bom cozimento, mas devido ao clima chuvoso, sofreu perda pelo apodrecimento das raízes, que variam de município para município, ficando em uma faixa entre 25 a 35%. Já é notável a diminuição da oferta de mandioca para venda direta ao consumidor, o que poderá elevar o preço deste alimento.

No Vale do Caí, segue a colheita das bergamotas (Caí tem colheita encerrada e a Ponkan está com 60% das frutas colhidas), laranjas (estão em colheita a Céu Precoce, a Umbigo Bahia e a Shamouti) e limões. Em relação à lima ácida Tahiti, o popular limão da caipirinha, em São Sebastião do Caí, principal produtor desta fruta no RS, as plantas não apresentam boa carga de frutas e frutinhos para os próximos meses. Houve grande queda de frutas na primeira quinzena de junho devido ao excesso de umidade e chuvas contínuas. Devido a este fato o preço deve reagir de forma positiva nesta entrada de inverno.

Pastagens e Criações
A semana mais seca intensificou a implantação das pastagens, que já estava com atraso, devido às últimas semanas chuvosas. As duas últimas semanas com alta radiação solar favoreceram o pleno desenvolvimento das pastagens de inverno implantadas, recuperando em boa parte o crescimento e desenvolvimento das forrageiras, que tinham sido prejudicadas. A umidade excessiva e a baixa insolação estavam retardando o desenvolvimento das pastagens de inverno. A produção de silagem está encerrada neste ano, com excelente produção.

De maneira geral as condições nutricionais do rebanho ovino são boas. Os ovinos que se encontram exclusivamente em campo nativo perderam peso devido ao baixo desenvolvimento das pastagens e ao longo período de chuvas.

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Pecuaristas que ainda não vacinaram seus animais contra a febre aftosa terão até esta sexta-feira (15) para aplicar a dose no rebanho. O prazo que encerrava no final do mês de maio foi prorrogado devido as fortes chuvas que ocorreram em todo o Estado do Rio Grande do Sul nos últimos dias.

O pedido de prorrogação da vacina contra a febre aftosa foi feito pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A solicitação foi feita, principalmente, por municípios da Zona Sul do Estado, que reivindicaram que o prazo fosse estendido devido aos problemas de locomoção causados pela chuva na região desde abril.

Para que a vacina seja feita, produtores precisam estar registrados no Programa Nacional de apoio à Agricultura Familiar (Pronaf) ou no Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Familiar (Pecfam) e ter até 10 bovinos e/ou bubalinos no rebanho,.

Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação, o Rio Grande do Sul está livre da febre aftosa há 14 anos. O último foco foi registrado em 2001. Neste período, cerca de 28 mil animais tiveram de ser sacrificados e mais de 7 mil foram abatidos.

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A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS) estima que, com o mau tempo que atingiu o Estado nas últimas semanas, a cadeia leiteira tenha sofrido perdas de até 14% em todo o Rio Grande do Sul. No total, 1,1 mil produtores de diversos setores foram prejudicados em 326 municípios gaúchos.

Na cadeia leiteira, dois principais fatores causaram a perda. Um deles é própria a produção do leite, já que os animais têm mudanças na sensação térmica e na alimentação. O outro é o transporte, que ficou indisponível devido à interrupção de estradas, causando a perda do produto. O período considerado pela Emater é de 21 de maio a 14 de junho.

“Houve prejuízo direto em diversos setores. Isso é perda, não será recuperado. O produtor perdeu sua principal ferramenta de trabalho, que é o solo. Este é o maior prejuízo, a médio e longo prazo. O solo prejudicado causa problemas para as próximas plantações”, lamenta o presidente da Emater/RS, Clair Kuhn.

Na área de grãos, de um total de 5,5 milhões de hectares plantados, 830 mil foram perdidos. São 130 mil toneladas de grãos perdidos, ou com qualidade prejudicada, que serão vendidos a um preço muito inferior.

As culturas mais prejudicadas são milho, soja, arroz e trigo. A perda, no entanto, não é considerada tão devastadora devido à produção do Estado, que passa de 29 milhões de toneladas.

Os dados preliminares apontam também que 16 mil toneladas de frutas foram perdidas. A Emater/RS está concluindo o levantamento, e deve ter o relatório completo no começo da próxima semana.

Quatro especialistas estarão debatendo na próxima semana, a situação da assistência técnica no setor leiteiro no Rio Grande do Sul e no Brasil, durante a realização do Simpósio do Leite de Erechim. O evento acontece entre os dias 7 e 8, mas o Fórum acontece já no primeiro dia, a partir das 13h30.

O engenheiro agrônomo, Marcelo Rezende, da Cooperideal (Londrina/PR), a zootecnista e editora assistente da revista Leite Integral, Maria Thereza Rezende, o presidente do Sindilat RS, Alexandre Guerra, o assessor de Lácteos da Aurora Alimentos, Selvino Geisel e o engenheiro agrônomo da Emater, Vilmar Fruscalso vão compor a mesa de debates, no Pólo de Cultura, Parque da Accie, em Erechim, onde também acontecerá toda a programação do Simpósio.

A assistência técnica
Marcelo Rezende destaca que infelizmente, dos muitos programas de assistência técnica que são criados no Brasil, apenas uma pequena parte efetivamente alcança o produtor rural. “Desses poucos programas que chegam ao campo, uma parcela menor ainda é capaz de promover as melhorias necessárias para o aumento na renda gerada com a atividade nas fazendas produtoras. Muitos programas fazem difusão de tecnologias, mas poucos fazem a efetiva transferência de tecnologias, processo individual, contínuo e de longo prazo nas propriedades”, enfatiza.

A assistência técnica é vital para o bom andamento dos tambos e resultados tanto em qualidade do leite quanto em retorno financeiro da atividade, explica o presidente do Sindilat RS, Alexandre Guerra. “Além da assistência técnica oferecida pelas nossas indústrias e cooperativas, a parceria com entidades ligadas ao setor como a Emater, a Embrapa e o Senar é fundamental porque eles estão nas mais diferentes regiões assessorando nossos produtores e fazendo com que a atividade se torne sustentável. Conhecemos inúmeras histórias de pessoas que mudaram suas vidas depois de receber a assistência adequada. Claro que é sempre preciso estar aberto a ouvir o que o técnico vai dizer, mas nossos produtores sabem que esse é o caminho do sucesso e que exige muita dedicação e envolvimento de todos os elos da cadeia láctea”, explica.

Marcelo diz ainda que a criação de programas de transferência de tecnologias, com técnicos aptos a fazer o acompanhamento contínuo das fazendas, transferindo ao produtor o conhecimento gerado nas instituições de pesquisa, ainda é incipiente no Brasil. “A produção de leite, por ser uma atividade de ciclo longo, depende de planejamento de longo prazo, com atividade baseadas na melhoria técnica e gerencial das fazendas, esta deve ser a ênfase de programas que atuam junto aos produtores. A capacitação adequada de técnicos que conheçam o dia a dia da atividade não pode ser negligenciada nesse processo; a motivação e a estrutura de trabalho oferecida a esses técnicos pode ser um fator decisivo de sucesso nesse processo”, frisa.

Para Guerra, estamos evoluindo consideravelmente, mas muitas propriedades ainda não têm a assistência regular e alguns produtores ainda têm uma certa resistência em aceitar algumas recomendações técnicas, mas isso vem mudando. “Os produtores estão buscando maior profissionalização dos processos e maior rigor sanitário. Os tambos gaúchos rumam para um padrão internacional, mas, é claro, isso precisa de investimento e muita atitude. Um dos gargalos é que não temos corpo técnico suficiente para atender de forma periódica e contínua as mais de 100 mil famílias que produzem leite no Estado. Acabam sendo beneficiados os produtores maiores, médios e os que demonstram maior interesse. Nosso desafio é o de conseguir atingir um maior número de propriedades com assistência qualificada e de forma contínua para assim atender os parâmetros técnicos e de gestão para melhorarmos a nossa competitividade”, disse.

Marcelo Rezende afirma que o produtor tem se conscientizado da necessidade de elevar o nível de conhecimento técnico aplicado na sua propriedade, essa demanda por conhecimento é favorável à criação de programas eficazes de transferência de novas tecnologias. Segundo ele, de maneira geral o produtor tem dificuldade de gerenciar seu negócio, não atuando na escrituração econômica e zootécnica da sua atividade. “Tal deficiência o impede de obter índices e indicadores que venham a mensurar o desempenho da atividade, fato que dificulta a identificação de pontos fortes e fracos do seu sistema de produção. Sem essas informações fica difícil pensar em evolução e melhoria do resultado financeiro da atividade”, aponta.

Guerra diz que o Rio Grande do Sul vem avançando no controle da brucelose e da tuberculose. “Em 2016, demos vida a diversos projetos de prevenção dessas doenças, muito auxiliados pelo assessoramento técnico do Sindilat. Entre eles o Projeto Leite Saudável, que aplica parte do PIS/Cofins em assistência técnica conforme prevê a legislação. Mas ainda há um caminho longo pela frente. O principal desafio dos tambos gaúchos é enquadrar-se aos padrões de IN 62, que prevê redução gradual dos níveis de CCS (contagem de células somáticas) e CBT (contagem bacteriana total) no leite. A lei é rígida e vai ficar ainda mais dura. Nossos produtores precisam trabalhar duro e contar com a assistência técnica para qualificar ainda mais os processos de higiene de forma a atender esses novos padrões que se impõem. Vale lembrar também que a indústria remunera o leite por qualidade. Ou seja, quanto melhor for o leite entregue também maior será a margem de lucro do produtor”, amplia.

Experiência própria
Maria Thereza Rezende também é produtora e conta sua experiência na área de assistência técnica. “Como produtora rural, nunca me abstive em contratar assistência técnica, o que me deu a chance de conviver com muitos técnicos e perceber falhas e acertos nesse tipo de prestação de serviço na pecuária leiteira. Antes de trabalhar com leite, trabalhava em empresas de consultoria nas áreas contábil, financeira e tributária. A prestação de serviços nesse tipo de negócio é altamente profissionalizada e exige que o técnico se atualize com enorme frequência, além de buscar conhecimentos acessórios. A comparação entre as duas formas de atendimento é inevitável”, enfatiza.

“É interessante observar que com o processo de intensificação dos sistemas de produção houve uma enorme modernização das fazendas leiteiras. Ocorreram mudanças no rebanho, no manejo, nas instalações, mas, sobretudo, na forma da administração da atividade. E o técnico foi um dos responsáveis por essa mudança”, amplia Maria Thereza.

“Mesmo assim, um aspecto que sempre me chamou a atenção na pecuária leiteira é o fato de existir muita tecnologia de qualidade gerada  nos centros de pesquisa e a dificuldade dessa chegar à grande massa de produtores. Tecnologia existe, mas o maior gargalo está na transferência desse conhecimento que não chega ao setor produtivo. Não tenho a menor dúvida de que se 1/3 dessa tecnologia fosse efetivamente aplicada dentro das propriedades teríamos um acentuado incremento nos índices de produtividade.  Isto tornaria a pecuária leiteira do Brasil bem mais competitiva, mas há um enorme vazio entre a geração de tecnologia e a transferência dela para o campo. E o mais interessante é que na maioria das vezes o técnico tem conhecimento da tecnologia e tenta implementá-la,não tendo sucesso por não saber transmitir, motivar ou convencer/persuadir o produtor a usá-la em prol do seu negócio”, explica a palestrante.

“Percebo com enorme frequência o conflito de objetivos entre produtores e técnicos. Enquanto estes, com a visão produtiva adquirida na universidade, fixam como objetivos da assistência técnica o aumento da produção e da produtividade, para os produtores o objetivo é econômico; muitos querem  aumentar a rentabilidade da atividade, afastando muitas vezes a busca por assistência uma vez que o produtor não se sente compreendido e se frustra com a mesma”, completa Maria Thereza.

O evento
O Simpósio do Leite de Erechim já está recebendo inscrições para a 14ª edição que acontecerá entre os dias 7 e 8 de junho deste ano, junto ao Polo de Cultura, no Parque da Accie, em Erechim, norte do RS.

O primeiro dia de evento será composto pela Mostra dos Trabalhos Científicos e respectivas avaliações, além de duas palestras. A primeira palestra abordará o manejo de novilhas e pré-parto com o médico veterinário, José Carlos Peixoto Modesto da Silva que também é diretor da Universidade do Leite. O segundo tema do dia será sobre o Trigo TBio Energia, um novo conceito em produção de volumoso, com o zootecnista e mestre em produção animal, Ederson Luis Henz, também supervisor em Novos Negócios da Biotrigo Energia.

A parte da tarde também estará reservada ao Fórum Nacional de Lácteos, que este ano abordará a situação da assistência técnica no Rio Grande do Sul e Brasil. Farão parte do debate, o presidente do Sindilat RS, Alexandre Guerra, além de Marcelo Rezende, da Cooperideal e Maria Thereza Rezende, zooetcnista e editora assistente da Revista Leite Integral.

O segundo dia do Simpósio do Leite, 8 de junho, será composto de outras cinco palestras técnicas, voltadas novamente a produtores, estudantes, pesquisadores e professores da área de produção de leite.

Os temas abordados englobarão a utilização de aditivos na nutrição de vacas leiteiras, pelo professor e doutor Francisco Palma Rennó, com apoio da Oligo Basics; a secagem da vaca, pelo professor e doutor Alexandre Souza, com apoio da CEVA; os sete hábitos das propriedades leiteiras altamente eficazes, pelo doutor Renato Palma Nogueira, com apoio da Salus; a seleção genômica, acelerando o melhoramento genético na propriedade leiteira, pelo doutor Cleocy Fam de Mendonça, com apoio da Zoetsi; além da cetose em vacas leiteiras, os desafios e soluções, pelo professor e doutor Marco Nunes Correa, com apoio da Bayer.

Mais informações
Para quem deseja buscar mais informações sobre o Simpósio do Leite, é possível acessar através do site oficial do evento, simposiodoleite.com.br, pelo email contato@simposiodoleite.com.br e também por telefone através dos números (54) 99691-8408 e 99680-1635.

Programa do Simpósio do Leite 2017

Dia 07/06/2017
Manhã:
6ª Mostra de Trabalhos Científicos
Intervalo – milk break
Palestra 1 – Trigo TBIO Energia I: Novo conceito em produção de volumoso. Zootecnista e Mestre em Produção Animal Ederson Luis Henz, Supervisor em Novos Negócios, Biotrigo Genética. Apoio: Biotrigo
Palestra 2 – Manejo de novilhas e pré-parto, com o Professor e Doutor José Carlos Peixoto Modesto da Silva; Eng. Agrônomo e Pós-Doutorado em Zootecnia Diretor-Presidente do Grupo Universidade do Leite. Apoio: Universidade do Leite
Almoço no CTG
Tarde:
8º Fórum Nacional de Lácteos
Tema: Assistência técnica no Rio Grande do Sul e no Brasil, como está?
Convidados:
Engenheiro Agrônomo Marcelo de Rezende – Cooperideal (Londrina/PR)
Zooetcnista e Editora Assistente da revista Leite Integral – Maria Thereza Rezende
Presidente do Sindilat/RS – Alexandre Guerra
Moderador: Engenheiro Agrônomo Vilmar Fruscalso – Emater (RS)
Coquetel no local final do Fórum

Encontro festivo Pub Mosaico à noite

Dia 8/06/2017
Simpósio do Leite – palestras técnicas a partir das 9h
Palestra 1 – Utilização de aditivos na nutrição de vacas leiteiras – Profº e Dr Francisco Palma Rennó FMVZ/USP – APOIO OLIGO BASICS
Palestra 2 – Secagem da vaca – Profº e Dr. Alexandre Souza Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Doutorado Universidade de São Paulo Reprodução e Pós Doutorado nos EUA – APOIO CEVA
Intervalo: milk break
Palestra 3 – Os setes hábitos das propriedades leiteiras altamente eficazes – Dr. Renato Palma Nogueira – APOIO SALUS
Palestra 4 – Seleção genômica , acelerando o melhoramento genético na bovinocultura leiteira – Dr. Cleocy Fam de Mendonça – APOIO ZOETIS
Intervalo: milk break
Palestra 5 – Cetose em vacas leiteiras: desafios e soluções – Dr. Márcio Nunes Corrêa – Nupeec/Ufpel – APOIO BAYER

Foi realizada no último sábado (27), em Três Arroios, durante a XIXª Festa Estadual do Porco em Pé, a premiação dos melhores suinocultores da Alfa/Aurora no RS.

Participaram do evento o prefeito de Três Arroios, Lirio Antônio Zarichta, o presidente da Câmara de Vereadores, Alceu Schafer, o vice-presidente da Cooperativa Alfa, Cládis Jorge Furlanetto, o supervisor de filiais da Alfa no RS, Jorge Brock, o assessor de suinocultura da Aurora, Sandro Tremea, o diretor agropecuário da Aurora, Marcos Zordan, o gerente regional da Emater, Gilberto Tonello, o presidente da ACSURS, Valdecir Folador, e o presidente da Cotrel, Luiz Paraboni Filho.

A Festa Estadual do Porco em Pé é um evento tradicional e foi aberta pelo vice-prefeito e presidente do Núcleo de Suinocultores de Três Arroios, Luiz Valdecir Pertuzzatti, que deu as boas vindas a todos os presentes.

Após, o vice-presidente da Alfa falou que a cooperativa, que completa este ano seu cinquentenário, veio para a região com o objetivo de atuar forte com sistema integrado de suínos, aves, leite e grãos, com a aquisição da estrutura e recebimento e armazenagem da Sementes Estrela, sendo que uma das unidades está situada no Município de Três Arroios. Salientou que a permanência e a sua sustentabilidade na região vai depender muito dos associados e do trabalho cooperativo.

Já o prefeito Lirio destacou a importância da suinocultura na economia do Município, dos investimentos e incentivos que está dando ao segmento, anunciando a aquisição de caminhão para distribuição de adubo orgânico. Também agradeceu a parceria que existia com a Cotrel e agora passa a ser com a Cooperativa Alfa, que já está estabelecida no Município na área de grãos.

Parabenizou os premiados e enfatizou as conquistas e avanços que o Município de Três Arroios vem tendo, apesar da crise econômica e política existente em nosso país.

A Aurora apresentou o programa “Propriedade Sustentável” através do sr. Sandro Tremea e premiou dois agricultores como propriedade sustentável do RS. São eles:

– Vandenir Scussel, do Município de Aratiba, nas atividades de suinocultura e bovinocultura de leite

– Evandro José Trentin, do Município de Barão de Cotegipe, nas atividades de avicultura e bovinocultura de leite.


Confira quem são os suinocultores premiados pela Alfa/Aurora no RS

Três melhores creches – 2016
– Vandenir Scussel – Aratiba
– cleuci Baiocco – Aratiba
– Nelson Ongaratto – Aratiba

Três melhores UPLs – 2016
– Antônio Basso – Severiano de Almeida
– Joel Golfetto – São Valentim
– Ivo Varotto – Erechim

Dez melhores terminações – 2016
– Plinio Favero Ceron – Marcelino Ramos
– Diego de Moraes Berlezzi – Constantina
– Carlos Alberto Ferigollo – Aratiba
– Valdemir Luis Kielb – Itatiba do Sul
– Valmir José Ody – Severiano de Almeida
– Elis Regina Campos Zambam – Getúlio Vargas
– Fidelis Donato Rohr – Chapada
– Moacir José Bevilaqua – Aratiba
– Carlos Alberto Rubas – Aratiba
– Hilário Três – Constantina

Palestras, debates, mostra de trabalhos científicos, eventos que farão parte da 14ª edição do Simpósio do Leite de Erechim, o maior evento do segmento no sul do Brasil, que acontecerá entre os dias 7 e 8 de junho, na cidade de Erechim, no RS.

Serão dois dias em que o setor lácteo ganhará força e dará aos produtores a oportunidade de se qualificar e melhorar a produção em suas propriedades. Uma série de palestras técnicas está programada para o evento, entre elas a que vai abordar o manejo de novilhas e pré-parto, com o professor e doutor José Carlos Peixoto Modesto da Silva, que também é engenheiro agrônomo e pós-doutorado em Zootecnia, além de ser o diretor presidente do Grupo Universidade do Leite.

A palestra, que acontecerá no primeiro dia de evento, 7 de junho, terá ainda apoio da Universidade do Leite. O professor explica que a palestra abordará o manejo e alimentação de bezerras em fases de aleitamento, a importância do colostro, a sucedâneos do leite, o plano de alimentação: sistema de aleitamento natural e artificial, além do manejo de novilhas de 90 dias até o pré-parto, com informações ainda sobre padrões de crescimento, idade da primeira cobertura e o manejo da alimentação.

Ele também falará sobre o manejo de vacas secas e em período de transição, abordando aspectos como manejo do escore de condição corporal, tratamento da vaca seca, como evitar distúrbios metabólicos no parto e a alimentação no período de transição (novas técnicas).

Para o professor, poucos produtores tem feito o manejo adequado de novilhas, principalmente no que se refere a alimentação, prejudicando toda sua vida produtiva. “O bom manejo pré-parto diminui os distúrbios metabólicos, do pós parto, diminuindo os custos com remédios e tratamentos dos animais”, enfatiza o palestrante.

Um dos assuntos do Simpósio, no Fórum Nacional de Lácteos, será a assistência técnica. Neste sentido, José Carlos diz que 5% dos profissionais que prestam assistência técnica, têm conhecimento teórico e prático do sistema de produção de leite. “Principalmente na área de manejo e alimentação. Em diversas ocasiões nos convidam para prestar assistência técnica em fazendas de leite, das top 100 do Brasil e, mesmo nestas, que deveriam ter as melhores assistências, encontramos erros primários e, com uma simples correção, aumentamos substancialmente a produtividade. Ou seja, na nossa opinião, o grande entrave para se obter um aumento de produtividade é a falta de profissionais capacitados para prestar assistência técnica de forma adequada”, completa ele.

Inscrições com descontos
A organização do Simpósio do Leite de Erechim, a cargo da Associação dos Médicos Veterinários do Alto Uruguai (Amevau), anunciou que baixou o valor das inscrições para grupos de produtores, acadêmicos e profissionais que desejam participar do evento. Agora, para grupos de 10 pessoas, o valor fica em R$ 70,00.

Com isso, a organização destaca que além de manter o bom público dos últimos anos, também auxilia produtores e demais interessados em participar das palestras e do evento, de ampliar conhecimentos e garantir melhor gestão na propriedade leiteira. As inscrições para grupos podem ser feitas pelo email contato@simposiodoleite.com.br. Os demais devem se inscrever diretamente no site oficial do evento: www.simposiodoleite.com.br.

Também estão abertas, para estudantes, professores, técnicos e pesquisadores, as inscrições para a Mostra de Trabalhos Científicos. Trata-se de apresentação de trabalhos e pesquisas sobre o setor lácteo nacional e que trazem soluções para a produção leiteira no País. Este ano, assim como nos anteriores, haverá premiação financeira aos vencedores, que serão avaliados por uma banca de professores, ao longo do evento.

A inscrição inclui um almoço e a participação em quatro milk breaks, além, claro, de todos os eventos.

Demais palestras
O segundo dia do Simpósio do Leite, 8 de junho, será composto de outras cinco palestras técnicas, voltadas novamente a produtores, estudantes, pesquisadores e professores da área de produção de leite.

Os temas abordados englobarão a utilização de aditivos na nutrição de vacas leiteiras, pelo professor e doutor Francisco Palma Rennó; a secagem da vaca, pelo professor e doutor Alexandre Souza; os sete hábitos das propriedades leiteiras altamente eficazes, pelo doutor Renato Palma Nogueira; a seleção genômica, acelerando o melhoramento genético na propriedade leiteira, pelo doutor Cleocy Fam de Mendonça, além da cetose em vacas leiteiras, os desafios e soluções, pelo professor e doutor Marco Nunes Correa.

Números da edição de 2016
O Simpósio do Leite deste ano recebeu mais de 1,1 mil participantes. Foram seis palestrantes abordando temas técnicos na área da pecuária de leite, com quatro painéis e mais de 55 trabalhos científicos apresentados durante a Mostra.

Mais informações
Para quem deseja buscar mais informações sobre o Simpósio do Leite, é possível acessar através do site oficial do evento, simposiodoleite.com.br, pelo email contato@simposiodoleite.com.br e também por telefone através dos números (54) 99691-8408 e 99680-1635.


PROGRAMA DO SIMPÓSIO DO LEITE 2017


Dia 07/06/2017

Manhã:
6ª Mostra de Trabalhos Científicos
Intervalo – milk break
Palestra 1 – Trigo TBIO Energia I: Novo conceito em produção de volumoso. Zootecnista e Mestre em Produção Animal Ederson Luis Henz, Supervisor em Novos Negócios, Biotrigo Genética. Apoio: Biotrigo
Palestra 2 – Manejo de novilhas e pré-parto, com o Professor e Doutor José Carlos Peixoto Modesto da Silva; Eng. Agrônomo e Pós-Doutorado em Zootecnia Diretor-Presidente do Grupo Universidade do Leite. Apoio: Universidade do Leite
Almoço no CTG
Tarde:
8º Fórum Nacional de Lácteos
Tema: Assistência técnica no Rio Grande do Sul e no Brasil, como está?
Convidados:
Engenheiro Agrônomo Marcelo de Rezende – Cooperideal (Londrina/PR)
Zootecnista e Editora Assistente da revista Leite Integral – Maria Thereza Rezende
Presidente do Sindilat/RS – Alexandre Guerra
Moderador: Engenheiro Agrônomo Vilmar Fruscalso – Emater(RS)
Coquetel no local final do Fórum
Encontro festivo Pub Mosaico à noite

Dia 08/06/2017
Simpósio do Leite – palestras técnicas a partir das 9h
Palestra 1 – Utilização de aditivos na nutrição de vacas leiteiras – Profº e Dr Francisco Palma Rennó FMVZ/USP – APOIO OLIGO BASICS
Palestra 2 – Secagem da vaca – Profº e Dr. Alexandre Souza Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Doutorado Universidade de São Paulo Reprodução e Pós Doutorado nos EUA – APOIO CEVA
Intervalo: milk break
Palestra 3 – Os setes hábitos das propriedades leiteiras altamente eficazes – Dr. Renato Palma Nogueira – APOIO SALUS
Palestra 4 – Seleção genômica , acelerando o melhoramento genético na bovinocultura leiteira – Dr. Cleocy Fam de Mendonça – APOIO ZOETIS
Intervalo: milk break
Palestra 5 – Cetose em vacas leiteiras: desafios e soluções – Dr. Márcio Nunes Corrêa – Nupeec/Ufpel – APOIO BAYER

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A primeira edição do Seminário de Bovinocultura de Leite do Alto Uruguai Gaúcho, realizada na última quarta-feira (4), reuniu cerca de 900 pessoas, entre produtores rurais, estudantes e lideranças regionais dos 32 municípios da região de abrangência da Associação de Municípios do Alto Uruguai (Amau).

O evento, promovido pela Emater/RS-Ascar, com apoio do Governo do Estado, Prefeitura de Erechim, Amau e Associação Comercial, Cultural e Industrial de Erechim (Accie), aconteceu no Polo de Cultura em Erechim, com programação técnica voltada especialmente aos produtores, discutindo as novas e adaptadas tecnologias, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da atividade leiteira regional.

Segundo dados da Emater/RS-Ascar, na região do Alto Uruguai, que abrange 32 municípios, nove mil produtores de leite possuem um plantel de 90 mil vacas e uma produção de 300 milhões de litros de leite por ano.

Na abertura oficial, em seu pronunciamento, o gerente regional da Emater/RS-Ascar de Erechim, Gilberto Tonello, saudou e agradeceu a presença de todos. Agradeceu o empenho e a dedicação dos funcionários da Emater/RS-Ascar na organização e apoio das entidades e empresas patrocinadoras, na realização do Seminário.

O presidente da Amau, Beto Bordin, destacou a presença de um número expressivo de agricultores, buscando conhecimento, encontrar alternativas para melhorar a produção e consequentemente a renda familiar na sua propriedade. “Sem dúvida nos deixam com mais esperança e convictos de que a nossa região está no caminho do progresso e do desenvolvimento. Buscar conhecimento e encontrar alternativas através das experiências positivas são fundamentais para o empreendedor ter sucesso. Pela quantidade de leite que é produzido na região, temos sim que trabalhar e discutir essa questão, para que melhore o preço do leite e a rentabilidade do nosso produtor. A Amau apoia este evento e todas as iniciativas que visem ao crescimento da nossa região e ao desenvolvimento profissional de todos”.

Lembrando ser filho de pequeno agricultor, o presidente da Emater/RS, Clair Kuhn, avaliou, “seja frio, calor, chuva ou sol, muitas vezes com dor de garganta, febre, quando se levanta de manhã cedo, o agricultor e a agricultora não se entregam, são verdadeiros heróis da economia dos municípios, estados e do país. Diretamente 40% do PIB do Rio Grande do Sul vêm da agricultura familiar, sendo que mais 20% provém da bacia leiteira”, ressaltou Kuhn.

O prefeito de Erechim, Luiz Francisco Schmidt, falou como consumidor do leite, destacando o trabalho dos produtores, “interessados em produzir ainda mais e melhor, não como renda alterativa, mas sendo a renda principal. E o desafio é agregar valor, produzir também manteigas, queijos, diferentes tipos de produtos e também buscar melhor qualidade aos produtos”, disse, ao avaliar que “temos todas as condições de aprimorar o plantel e permanentemente investir na propriedade, garantindo a subsistência da família. Continuem produzindo mais, para que nunca nos falte leite”.

Foram realizadas quatro palestras, com os seguintes temas: “Alimentos conservados: silagem, pré-secados e feno”, com Mikael Neumann, da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), do Paraná. Em seguida, a palestra sobre “Administração e planejamento da atividade leiteira” foi apresentada pelo assistente técnico regional e doutorando em Agroecossistemas (UFSC) da Emater/RS-Ascar, Vilmar Fruscalso. A terceira palestra tratou sobre os “Sistemas confinados de produção de leite”, pelo médico veterinário da empresa Tortuga, Van Riel. E no encerramento foi abordado o “Sistema pastoril de produção de leite”, por Wagner Beskow, da empresa Transpondo.

Participaram do Seminário o prefeito de Erechim, Luiz Francisco Schmidt, o presidente da Amau e prefeito de Jacutinga, Beto Bordin, presidente da Emater/RS, Clair Kuhn, o presidente do Câmara de Vereadores de Erechim, vereador Ale Dal Zotto, o presidente da ACCIE, Claudionor Mores, o gerente regional da Emater/RS-Ascar, Gilberto Tonello, o presidente da Sicredi Norte RS/SC, Adelar Parmegiani, o coordenador regional de Agricultura, José Mantovani, no ato representante o secretário estadual da Agricultura, Ernani Polo, o assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar, Vilmar Fruscalso, e o chefe de gabinete da SDR (Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo), Osmar Redin, representando o secretário Tarcísio José Minetto.