Novena de Fátima celebra misericórdia divina frente à fragilidade humana

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O número de devotos de N. Sra. na procissão da Catedral ao Santuário e missa campal, em Erechim, foi bem maior na noite deste sábado, segundo dia da novena de Fátima, do que na sua abertura na sexta-feira. No dia de Santa Teresinha, a santa das rosas, padroeira das missões, e início da semana nacional da vida, a novena lembrou que o nome de Deus é misericórdia. A celebração foi presidida pelo vigário geral da Diocese, Pe. Dirceu Balestrin, e concelebrada pelo bispo emérito, Dom Girônimo Zanandréa, com animação da equipe de liturgia da própria romaria, instrumentistas e cantores regidos pelo Pe. José Carlos Sala.

Pe. Balestrin, refletindo com os participantes do ato religioso e com os que acompanhavam pelos meios de comunicação, acenou para a importância de recolhimento como a esplanada do Santuário e para a celebração comunitária. Jesus também participou dos encontros nas sinagogas e nas festas no templo de Jerusalém. É o momento de se louvar a Deus cujo nome é misericórdia, como recorda a novena de Fátima em seu segundo dia, com o evangelho da parábola conhecida como do filho pródigo, ou do pai misericordioso ou ainda dos dois filhos perdidos. O filho que abandonou a casa encontrou acolhida carinhosa da parte do pai, enquanto o irmão mais velho não foi capaz de perdoá-lo. Pe. Balestrin ressaltou que o pai da parábola revela o jeito de ser e de agir de Deus, que está sempre à procura de quem tenha se afastado. Observou que é difícil viver o perdão, mas sem ele ninguém se sente bem, a família adoece e a sociedade vive tensões e conflitos. Exortou a todos a viverem a oportunidade de reconciliação própria da romaria do Jubileu Extraordinário da Misericórdia e a viverem o perdão com todos.