Olheiras: genética influencia

0
2238

As olheiras são grande inimigas das mulheres. Vários fatores do dia a dia estão implicados na sua piora, tais como cansaço, má alimentação (principalmente rica em muito sal – o que acaba por aumentar as bolsas), dormir pouco, trabalhar demais, chorar, além da ingestão excessiva de álcool.

Esses são os fatores de piora, entretanto não são a causa do problema. Daniela Ribeiro, médica dermatologista especialista em medicina estética, afirma que, muitas vezes, as olheiras têm origem genética. Mas nem por isso significa que não tenha tratamento. “Hoje as técnicas mais modernas permitem corrigir e tratar as olheiras”, diz. Antes de decidir qual o melhor tratamento é importante que um dermatologista avalie qual o tipo da olheira, para, então, poder fazer tratamento adequado para cada caso.

Quatro tipos
1) Pigmentar – Ocorrer por depósito de pigmento na pele. As olheiras nesse caso são de cor marrom. Muito comum em pessoas de pele morena e as com tendência genética e alérgicos.

2) Vascular – Ocorre quando existe aumento de vaso sanguíneos na região ou por depósito de hemossiderina (um composto do sangue). Elas geralmente são avermelhadas, azuladas ou arroxeadas.

3) Estrutural – Ocorre por falta de tecido na região quando a pele fica muito fina e vermos o músculo por transparência ou até por formar uma sombra na goteira lacrimal deixando aparência de olho profundo. Muitas vezes o envelhecimento da região palpebral acaba acentuando esse tipo de olheiras.

4) Mista – É o tipo mais comum. Geralmente existe combinação dos fatores acima levando às olheiras. Nesse caso, deve-se fazer mistura de tratamentos.

Alimentos que ajudam a amenizar
Sementes de linhaça triturada, chia, chá verde, vegetais de folhas verdes e nozes.

Alimentos que devem ser evitados:
Excesso de gordura trans e de proteínas (podem provocar o mau funcionamento do fígado e dos rins, retendo líquido no organismo).