Ex-servidores públicos da Prefeitura de Itá estão novamente sendo acionados pelo Ministério Público em ação crime e de improbidade administrativa que foi protocolada no final de fevereiro pelo Ministério Público. A ação é um desmembramento da operação Fundo do Poço que apurou ilegalidades na perfuração de poços artesianos em Santa Catarina.

A ação de improbidade administrativa tem como objetivo ressarcimento aos cofres públicos, proibição de contratar com o serviço público e perda de função pública. De acordo com os autos do processo, dois ex-funcionários da antiga gestão responderão por corrupção após serem denunciados por improbidade administrativa. Um empresário da cidade também foi denunciado no processo.

Em um dos casos o Ministério Público apurou que dois servidores do alto escalão da Prefeitura de Itá teria supostamente recebido vantagens indevidas para garantir o pagamento de uma empresa que prestou serviço ao Executivo Municipal na área de Esquadrilhas Metálicas.

O Ministério Público ingressou com as demandas judiciais com base em grampos telefônicos realizados durante a investigação da Operação Fundo do Poço. A Promotoria Pública entende que os dois servidores de confiança teriam favorecido a empresa que atua na área de Esquadrilhas Metálicas priorizando os pagamentos dos serviços prestados.

A ação é assinada pelo promotor de Itá, Vinícius Secco Zoponi e peloo Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) do Ministério Público. Os envolvidos já foram notificados e estão apresentando suas respectivas defesas, conforme o prazo estabelecimento pela legislação.

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