De acordo com a OMS – Organização Mundial da Saúde – atualmente, 35% da população têm algum tipo de alergia, sendo 20% alergias respiratórias. O ar seco que está dominando as cidades prejudica consideravelmente os casos de alergias respiratórias, que têm como principais sintomas narinas congestionadas e escorrendo, tosse seca, espirros, coceiras no nariz e falta de ar. Quem já apresenta casos de asma, rinite ou sinusite, precisa tomar cuidado em dobro!

Além do tempo, a poeira doméstica é outra grande responsável pelas crises alérgicas, já que nelas encontram-se ácaros, fungos e restos de baratas.

Julinha Lazaretti, formada em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo, Pós-graduada em Imunologia com especialização em Cosmetologia e sócia diretora da Alergoshop, explica que “o crescimento nos casos de alergias respiratórias se deve, entre outros motivos, ao fato de passarmos longos períodos em ambientes fechados, com pouca iluminação natural e pouca ventilação, o que aumenta a quantidade de ácaros, um dos principais causadores de asma e rinite”. Julinha também relata que “no outono e inverno, as alergias respiratórias costumam se agravar, porque as pessoas ficam mais tempo em ambientes fechados.

Para se evitar crises de rinites, sinusites e bronquites, o controle ambiental é a primeira medida. Ele consiste em eliminar do ambiente doméstico as partículas causadoras de alergia. “Utilizar capas antiácaros em colchões e travesseiros, eliminar pontos de mofo utilizando desumidificadores, tirar do ambiente objetos que acumulem pó e utilizar soluções acaricidas em tapete, carpete e cortinas são algumas das medidas que podem ser tomadas”, conta Julinha.

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