Ao ser contratado para trabalhar em uma empresa, o funcionário passa pelo chamado Médico do Trabalho. Trata-se de uma consulta para a avaliação da saúde de acordo com os pré-requisitos do cargo a ser ocupado. O mesmo acontece quando há rescisão de contrato. Esse procedimento é uma obrigatoriedade que o Ministério do Trabalho impôs a todas as empresas, visando observar e resguardar a qualidade de vida dos trabalhadores.

Mas, atualmente, a Saúde Ocupacional vai muito além da consulta para admissão, periódico e rescisão do contrato de trabalho. É importante que as empresas desenvolvam programas de longo prazo, de acordo com a rotina do funcionário, a partir de campanhas que fomentem a saúde. E cada vez mais os empregadores têm percebido que a promoção da saúde dentro das organizações gera benefícios tanto para o empregado quanto para o empregador.

“A empresa que possui programas de promoção da saúde demonstram comprometimento com o empregado. Ações bem sucedidas de Saúde Ocupacional deixam transparecer o cuidado com o empregado que é o patrimônio mais valioso de uma organização. Ao sentir-se acolhido e cuidado pelo empregador, o funcionário se torna mais engajado e motivado. Além disso, o monitoramento periódico da saúde possibilita à empresa realizar diagnósticos precoces evitando, assim, doenças graves e o possível afastamento de funcionários”, explica Carlos Rodrigues de Alencar, coordenador da Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho do Grupo Hermes Pardini.

Carlos ressalta que os benéficos são tanto para a empresa quanto para o funcionário. “O empregador se beneficia com a sustentabilidade de seu negócio, pois manter a sua mão de obra saudável diminui o absenteísmo, aumenta a produtividade e preserva o conhecimento dentro da empresa. Para o empregado as vantagens são ainda mais claras: nossa saúde é nosso maior bem, preservá-la é o melhor investimento e a empresa se preocupa com isso”, afirma.

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