O Rio Grande do Sul conseguiu importante conquista para o setor de pecuária. Nesta terça-feira, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina assinou instrução normativa que reconhece o Estado como zona livre de febre aftosa.

A classificação passa a vigorar em 1º de setembro, e a IN deve ser publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira. “Com a retirada da vacina, o Estado poderá alcançar 70% dos mercados mundiais disponíveis”, afirma o secretário da Agricultura, Covatti Filho. Ele observa que 2020 será o último ano com vacinação no RS.

A partir do reconhecimento pelo Ministério, a Secretaria comunica a mudança  para a  Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que concede a certificação da evolução do status sanitário, abrindo portas para mercados não acessados pelos criadores gaúchos.

Técnicos e especialistas apontam que a retirada da vacinação tem potencial de abrir mercados como Japão, Coreia do Sul, México, Estados Unidos, Chile, Filipinas, China (carne com osso) e Canadá. No setor dos suínos, a expectativa é de que haja um incremento nas exportações na ordem de R$ 600 milhões anuais.

 

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