Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério da Economia, mostram que o Rio Grande do Sul teve mais admissões do que desligamentos no mês de julho, em sintonia com a atuação do país. Durante período, houve saldo positivo de 1.251 empregos, com 59.105 admissões e 57.854 demissões.

No acumulado do ano, no entanto, o Estado tem saldo negativo de 95.036, o quarto pior desempenho, atrás apenas de São Paulo (saldo negativo de 349.706), Rio de Janeiro (saldo negativo de 193.925) e Minas Gerais (saldo negativo de 102.243).

O levantamento mostra que tanto o Rio Grande do Sul quanto o Brasil estão iniciando a recuperação dos efeitos da pandemia de coronavírus no mercado de trabalho.

Após quatro meses de saldo negativo na geração de empregos, o Brasil ganhou fôlego durante o mês de julho. Conforme o governo, o desempenho nacional teve um saldo positivo de 131.010 novos postos de trabalho formal no mês, resultado de 1.043.650 admissões e 912.640 desligamentos no período.

Impulsionado pela Indústria de Transformação, a indústria liderou a geração de empregos, com saldo 53.590 vagas em julho. Depois dela, vieram os setores de construção, com 41.986, e comércio, que registrou 28.383.

No acumulado do ano de 2020, foi registrado saldo negativo de 1.092.578 empregos, decorrente de 7.821.801 admissões e de 8.914.379 desligamentos.

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