O Comitê Regional de Atenção ao Coronavírus da AMAU – Associação de Municípios do Alto Uruguai, tendo em vista a publicação do Decreto nº55.453/2020 que versa sobre a cogestão, implantou uma ferramenta de avaliação denominada Plataforma Regional de Monitoramento (PRM).

A plataforma permite sistematizar inúmeros indicadores da Região 16 e serve como subsídio técnico para orientar ou não a adoção da cogestão, bem como para avaliar a evolução da epidemia a nível regional.

A base de dados da plataforma utiliza dados oriundos das secretarias de saúde, hospitais regionais, hospitais com alas Covid, e também do próprio Sistema de Distanciamento Controlado/RS, o que possibilita a realização de paralelos que verificam a velocidade, estágio e incidência da epidemia e a capacidade instalada da estrutura hospitalar.

Segundo o último boletim informativo (21/09),  a região  possui 132 casos ativos e, num comparativo com o boletim anterior (18/09), houve uma queda de 36 casos, declinado de 168 para 132, o que vem se confirmando nas últimas análises.

A diminuição de casos ativos significa que a taxa de recuperação está ascendente (95.61%), e no período avaliado correu menos casos confirmados em comparação aos casos recuperados, pontua Jackson Arpini, integrante do Comitê Regional.

Outro dado relevante a ser observado é que quanto menor o número de casos ativos, menor são as possibilidades de internações hospitalares, tanto em leitos clínicos como UTI, e esse dado é verificado com muito critério pelo Distanciamento Controlado/RS.

Observando o gráfico, constatamos no período de 14/05 a 21/09, que os casos ativos oscilaram de 39 até 543, estando atualmente em 132 casos ativos, o menor indicador das últimas 29 avaliações. “A curva começa a dar sinais de decréscimo, porém não significa dizer que vencemos o coronavírus e nem a epidemia a nível regional”, argumenta Arpini.

Também observamos que desde 26/08 as avaliações apontam para números menores de casos ativos, passando de 303 para 132, numa sinalização que a incidência de novos casos começa a diminuir, numa redução de 56,43%.

“Precisamos manter latente a nossa linha de atuação regional, com ações integradas e articuladas. Apesar de números positivos não podemos relaxar nesse momento em que estamos avançando no enfrentamento da epidemia do novo coronavírus, muito pelo contrário, necessitamos estar atentos e vigilantes, porque quando se trata da Covid surpresas podem surgir no horizonte. Para tanto as medidas de prevenção são as nossas melhores armas de enfrentamento”, ressalta Arpini.

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