Pela primeira vez desde o início de junho, nenhuma região do Rio Grande do Sul está em bandeira vermelha no mapa preliminar do distanciamento controlado, divulgado no final da tarde desta sexta-feira (25) pelo governo do Estado. As 21 regiões gaúchas ficaram em bandeira laranja.

Isso significa que, de acordo com o Palácio Piratini, o risco de contágio para coronavírus é médio em todas as áreas gaúchas. O mapa foi divulgado pelo governador Eduardo Leite em transmissão ao vivo nas redes sociais.

A classificação vale entre a próxima terça-feira (29) e segunda (5). O mapa foi divulgado pelo governador Eduardo Leite em transmissão ao vivo nas redes sociais.

Até o momento, o cenário de um mapa totalmente alaranjado ainda não havia se apresentado no Estado. A última vez que o RS registrou bandeira amarela, de risco baixo, foi entre os dias 30 de junho e 6 de julho, com duas regiões nessa cor. Desde então, o mapa oscilava entre bandeiras vermelhas e laranja.

O Rio Grande do Sul voltou a apresentar, pelo segundo dia seguido, quedas expressivas nas médias móveis de novas infecções e mortes por coronavírus.

Conforme dados da Secretaria Estadual da Saúde (SES), nos últimos sete dias (de 19 a 25 de setembro), o ritmo de novos casos caiu 26,2% em relação ao período anterior (de 12 a 18 de setembro). As mortes também recuaram na comparação dos períodos, em 19,9%. Na quinta-feira (24), os indicadores já haviam mostrado queda nas infecções (-16,9%) e mortes (-18,3%).

De acordo com o governo, novos registros de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que resultaram em diagnóstico confirmado de Covid-19, caíram 25% nas últimas semanas – de 1.016 para 793. Além disso, entre as duas últimas quintas-feiras, o número de óbitos causados pela doença reduziu 19%, de 338 para 273.

Conforme o governo, em todo o Estado, foi observada melhora em todos os indicadores, em especial nas novas hospitalizações (-25%) e em óbitos (-19%). Com isso, ficaram mais leitos livres. Mesmo com o aumento dos pacientes internados por outros motivos, a queda do número de internados por Covid-19 e a abertura de novos leitos se traduziu em elevação na razão de leitos livres para cada ocupado por Covid-19.

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