Com o tema “Salette, caminho de esperança e de paz para a família”, deste domingo ao próximo, haverá diversas celebrações no Santuário N. Sra. da Salette, em Marcelino Ramos. Neste domingo (19), missas no Santuário, às 07h, 10h e 15h; na igreja São João Batista, às 19h; às 20h30, momento de fé e devoção com encenação da aparição de N. Sra. da Salette. A missa das 10h será presidida por Dom Ricardo Hoepers, Bispo de Rio Grande, em nosso Estado; a das 15h, por Dom Cleocir Bonetti, Bispo eleito de Caçador, SC; segunda-feira, missa às 10h, 15h e 19h; de quinta-feira a sábado, tríduo às 19h; sábado, missa às 09h, 14h e 16h; 20h, terço e acolhida da imagem de N. Sra. da Salette; domingo próximo: missa às 07h, 10h, 12h e 15h com encerramento da Romaria. A missa das 10h será presidida por Dom Adimir Antonio Mazali, Bispo de Erechim e a das 15h, por Dom Mário Marques, de Joaçaba, SC.

Orientações para as celebrações da Salette em Marcelino Ramos
Dentro dos protocolos sanitários vigentes em Marcelino Ramos, a participação presencial será restrita, com uso obrigatório de máscara, álcool gel e observação do distanciamento; tendo participado de uma celebração e feita sua devoção, os romeiros são convidados a retornar para sua casa, dando lugar a outros e evitando aglomerações; não será permitido acampamento nas imediações do Santuário; não haverá procissões, bênçãos e atendimentos individualizados aos romeiros; haverá cucas, pães e lanches à disposição pelo sistema pegue e leve. As celebrações terão transmissão por rádio e redes sociais.

Papa Francisco aponta a integração para a convivência pacífica
Em sua trigésima quarta viagem apostólica, Papa Francisco esteve na Hungria e na Eslováquia do dia 12, domingo até o dia 15, quarta-feira. Na Eslováquia, terça-feira, na sua atenção a realidades de exclusão e a iniciativas de promoção humana em cada viagem, visitou a comunidade cigana que vive num bairro da cidade de Kosice. Em sua mensagem aos membros daquela comunidade, Francisco observou: “Queridos irmãos e irmãs, muitas vezes vocês foram objeto de preconceitos e juízos cruéis, estereótipos discriminatórios, palavras e gestos difamatórios. Com isso, todos ficamos mais pobres, pobres em humanidade. O que precisamos para recuperar a dignidade é passar dos preconceitos ao diálogo, dos fechamentos à integração.” Ele também alertou: “Juízos e preconceitos só aumentam as distâncias. Contrastes e palavras duras não ajudam. Colocar as pessoas em guetos não resolve nada. Quando se cultiva o fechamento, mais cedo ou mais tarde acaba por explodir a raiva. O caminho para uma convivência pacífica é a integração. É um processo orgânico, lento e vital, que começa com o conhecimento mútuo, prossegue com a paciência e estende o olhar para o futuro”. Em relação ao futuro, o Papa destacou que ele pertence às crianças. “São elas que nos orientam: os seus grandes sonhos não podem esfacelar-se contra as nossas barreiras. Querem crescer juntas com os outros, sem obstáculos nem restrições. Merecem uma vida integrada e livre. São elas que motivam opções clarividentes; não buscam o consenso imediato, mas olham para o futuro de todos. Pelos filhos, tomam-se decisões corajosas: pela sua dignidade, pela sua educação, para crescerem bem enraizadas nas suas origens, sem ao mesmo tempo lhes ser vedada qualquer possibilidade.”

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