Dom Adimir Antonio Mazali presidiu missa de ação de graças pelo jubileu de ouro de cinco Irmãs da Sagrada Família de Maria no Santuário Diocesano N. Sra. de Fátima neste sábado, dia 30, concelebrada por Dom Cleocir Bonetti, Bispo de Caçador, SC; pelos Padres Adalberto Donatelli, de Joinville, SC, que durante a semana orientou retiro das Irmãs, Alvise Follador, Pároco da Catedral, Jean Demboski, Pároco de Áurea, com Pe. Lucas Stein de cerimoniário. Participaram mais de 30 Irmãs, familiares e amigos das jubilares, Ir. Bernadete Gorski, Edite Bet, Jandira Scalcon, Leonilda Cavazzola e Teresinha Pilão.

A celebração jubilar ocorreu na antevéspera do início do ano jubilar de 200 anos do nascimento do fundador da Congregação, São Zigmunt Felinski. Ele nasceu no dia primeiro de novembro de 1822 numa localidade atualmente pertencente à Ucrânia. Faleceu no dia 17 de setembro de 1895 em Cracóvia, Polônia. Foi declarado Santo por Bento 16 no dia 11 de outubro de 2009.

A homilia esteve a cargo de Dom Cleocir Bonetti, que foi capelão das Irmãs no tempo em que exerceu a função de Vigário Geral da Diocese de Erexim, de 2016 até sua ordenação episcopal para Bispo de Caçador, SC, em 12 de setembro deste ano. No final da celebração, as irmãs jubilaress fizeram sua manifestação conjunta lembrando seu ingresso na Congregação e fatos marcantes de sua vida. Ir. Margarida Chinvelski, superiora provincial, cumprimentou as jubilares e ressaltou o início da celebração dos 200 anos de nascimento do fundador da Congregação.

A homilia de Dom Cleocir Bonetti

De início, expressou saudação a diversas pessoas e grupos, com especial referência às Irmãs da casa provincial de Erechim, onde foi capelão por diversos anos, tempo de que guarda muita saudade, a Dom Adimir, por quem testemunhou particular afeto e gratidão. Em sua reflexão destacou a presença e atuação das Irmãs da Congregação na Diocese de Erexim e na de Caçador, bem como em diversas partes do mundo, especialmente na Polônia, onde se encontra sua Casa Geral. Ressaltou o precioso tempo de 50 anos de total doação a Deus, na Igreja, das jubilares. Referindo-se aos textos da missa, disse que destacavam a vida eterna, dimensão nem sempre presente no mundo atual. A Vida Religiosa testemunha justamente os valores transcendentes e eternos. No seguimento a Cristo, todos precisam viver renúncias ou perdas que na verdade são ganhos, não econômicos e transitórios, mas os verdadeiros e permanentes. A propósito, citou o fundador da Congregação, Dom Zigmund Felinski, que passou 20 preso no exílio. Desejou que todos possam permanecer fervorosos na fé, na espiritualidade, no serviço, no despojamento do que possa impedir servir sempre melhor e amar com mais doação. Exortou a continuar firmes com os olhos fixos em Jesus, como recomenda São Paulo. Lembrando o final do mês missionário, expressou gratidão pela missão realizada em tantos lugares por inúmeras pessoas fiéis ao compromisso batismal.

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