Comportamento suicida

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O comportamento suicida normalmente surge como consequência de uma doença psicológica não tratada, como é o caso da depressão severa, síndrome do estresse pós-traumático ou esquizofrenia, por exemplo.

Este tipo de comportamento tem sido cada vez mais frequente em pessoas com menos de 29 anos, sendo uma causa de morte mais importante que o vírus do HIV, afetando mais de 12 mil pessoas, por ano, no Brasil.

Este tipo de comportamento pode ser evitado, especialmente quando os familiares ou amigos conseguem identificá-lo e ajudam a pessoa a iniciar tratamento adequado. Isto porque, na maior parte dos casos, a pessoa já não é capaz de identificar outras soluções para a crise emocional que está passando.

Os cinco sinais que indicam comportamento suicida são:

1. Mostrar tristeza excessiva e isolamento
2. Alterar o comportamento ou vestir roupa diferente
3. Tratar de assuntos pendentes
4. Demonstrar calma repentina
5. Fazer ameaças de suicídio

Como ajudar e prevenir o suicídio
Quando se suspeita que alguém pode estar com pensamentos suicidas, o mais importante é demostrar amor e empatia por essa pessoa, tentando entender o que está acontecendo e quais os sentimentos associados. Por isso, não se deve ter medo de perguntar para a pessoa se ela está se sentindo triste, deprimida e, até se está pensando em suicídio.

Depois, deve-se procurar ajuda de um profissional qualificado, como um psicólogo ou psiquiatra, para tentar mostrar à pessoa que existem outras soluções para o seu problema, que não o suicídio.

As tentativas de suicídio são, na maioria das vezes, impulsivas e, por isso, para prevenir uma tentativa de suicídio também se deve retirar todo o material que possa ser utilizado para se suicidar, como armas, comprimidos ou facas, dos locais onde essa pessoa passa mais tempo. Isto evita comportamentos de impulsividade, fazendo com que se tenha mais tempo para pensar numa solução menos agressiva para os problemas.