Rio Grande do Sul tem primeiro caso de febre amarela em quase 10 anos

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O Rio Grande do Sul teve registrado o primeiro caso de febre amarela em quase 10 anos, segundo informa o governo estadual. Por meio do Twitter, o secretário da Saúde, João Gabbardo dos Reis, informou que o paciente não havia sido vacinado, e contraiu a doença em Minas Gerais.

Ainda segundo o secretário, o estado tem outros casos suspeitos em análise.

Minas Gerais registrou 86 mortes desde dezembro de 2017, segundo informou a Secretaria de Saúde do Estado. Ao todo, 222 casos da doença no estado da Região Sudeste e outras 505 ocorrências são investigadas. A maioria dos infectados (89,6%) são homens. Entre as mortes notificadas, apenas três são mulheres.

Veja quem não deve tomar a vacina

– Crianças menores de 9 meses

– Pacientes com imunodepressão

– Pacientes que vivem com HIV com imunossupressão grave, com a contagem de células CD4 <200 células/mm3 ou menor de 15% do total de linfócitos para crianças menores de 6 anos

– Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores)

– Pacientes submetidos a transplante de órgãos

– Pacientes com imunodeficiência primária

– Pacientes com neoplasia

– Indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras)

– Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica)

Idosos, nutrizes ou lactantes amamentando crianças com menos de 6 meses de idade, pessoas que terminaram tratamento de quimioterapia e radioterapia, com doenças no sangue, que vivem com HIV, grávidas e quem usa corticoide devem consultar um médico antes de procurar a vacina.