Duas condições para a paz na novena de Fátima, misericórdia e perdão

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Em sua mensagem em Fátima, em 1917, Nossa Senhora pediu oração e penitência para se alcançar o fim da primeira guerra mundial e se obter a paz. A Romaria diocesana deste ano reflete justamente a temática da paz, dentro do Ano da Paz no Brasil. A cada dia da novena um aspecto específico da temática geral motiva as orações, os cantos e reflexões da procissão e da missa. Assim, nesta sexta-feira, os devotos de Nossa Senhora foram motivados a profundar a misericórdia e o perdão como condições para a paz. A procissão e a missa das 20h foram presididas pelo Pe. Sidmar Rech, Pároco da Paróquia São Caetano, de Severiano de Almeida, com a participação do Pe. Jóssi Golembiewski, vigário paroquial Paróquia N. Sra. do Rosário, de Barão de Cotegipe, e do diácono Jacir Lichinski, da Paróquia São Cristóvão.

Pe. Jóssi, na homilia, disse que N. Sra. oferece a paz, mas conta com o empenho de cada devoto para instaurá-la no mundo. São Paulo, na passagem da carta aos Romanos proclamada na missa, apresenta indicações concretas para o estabelecimento de um ambiente de paz, exortando a viver o amor que une as pessoas para além das faltas e pecados. Cristo, na parábola do empregado que foi perdoado de muito e não soube perdoar a seu companheiro por algo insignificante, exorta a praticar o perdão sem limites como o Pai celeste faz com seus filhos. Enfatizou que o perdão depende de decisão pessoal generosa e que faz bem não só a quem é perdoado, mas também a quem perdoa. Citou o Papa Francisco que diz ser indispensável o perdão para as pessoas superarem suas as falhas na convivência humana, próprias de sua condição de seres em construção.

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