Fundo do Poço: Justiça bloqueia bens de empresários e ex-prefeito de Itá

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Um grupo de cinco pessoas envolvidas na operação Fundo do Poço tiveram nesta semana deferido pela Justiça da Comarca de Itá uma liminar que torna indisponíveis os bens dos envolvidos. O pedido do Ministério Público envolve empresas da região especializada na perfuração de poços artesianos e agentes público, entre os quais o ex-prefeito de Itá, Egídio Gritti.

Conforme as informações da promotoria pública, no que diz respeito ao município de Itá, os réus envolvidos no processo são acusados de direcionamento de licitação em razão do pagamento de propina, superfaturamento de serviço também com pagamento de vantagem indevida, além de mais sete atos de corrupção em favor de empresas.

Conforme a liminar assinada pela juíza Thays Backes Arruda Reitz, entre os bens indisponibilizados de empresas e agentes públicos o valor chega a R$ 3,1 milhões. Na semana passada, a Justiça da Comarca de Capinzal tornou indisponíveis bens da mesma empresa no valor de R$ 6 milhões.