Dicas do que você pode prestar atenção na hora de comprar azeite de oliva

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O Ministério da Agricultura proibiu a venda de seis marcas de azeite de oliva no Brasil – nenhuma delas disponível no Rio Grande do Sul. Para quem sempre fica preocupado ou em dúvida sobre qual escolher na hora das compras, ouça o que se pode prestar atenção para obter um produto de maior qualidade.

Embalagem
Escolha azeites de oliva com embalagem escura e de vidro: assim, o líquido fica mais protegido contra a luz, que pode fazer com que o produto oxide. Evite sempre garrafa de plástico.

Prefira azeite de oliva que tenha sido produzido e embalado no mesmo país. Um produto feito no Chile e embalado no Brasil, por exemplo, corre maior risco de adulteração.

Preço
Duvide de um azeite com valor muito abaixo das marcas concorrentes. A produção tem um custo, que é repassado ao consumidor.

Pesquisa
Fique de olho na fiscalização de órgãos como o Ministério da Agricultura, que regulam a produção do azeite.

Data de fabricação
Azeites produzidos há muito tempo podem ficar rançosos.

Outras dicas na hora de escolher

Prateleira do súper
Pegue os azeites do fundo da prateleira: assim, o produto fica armazenado longe da iluminação.

Pureza
Escolha o azeite de oliva puro: evite o consumo daqueles que são misturados a outros azeites ou óleos (sobretudo o de soja). No rótulo, estes recebem o nome de “azeite de oliva composto”.

Classificação
O azeite de oliva é classificado conforme seu nível de acidez, o que é indicado na embalagem. O virgem tem acidez menor ou igual a 2% e o extravirgem, acidez de até 0,8%. Mas lembre-se: a acidez não influencia na qualidade do azeite, é apenas uma informação sobre a classificação.

Consumo fora de casa
Evite consumir azeite em restaurantes cuja embalagem é artesanal (um vidro sem a marca, por exemplo). Para economizar, o local pode colocar azeite composto em vez de azeite extravirgem.